CGADB EM FOCO


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Tudo começou quando…

Pr. Álvaro Oliveira Lima, presidente da Cemades, perante o plenário da 72ª AGO, declara apoio ao Pr. Wellington Junior para presidente da CGADB.

Presidente da CEMADES apresenta Wellington Júnior como candidato a líder da CGADB

O feito desencadeou várias postagens, da qual se destacam; Pr. Jesiel Padilha, através do Point Rhema e Daladier Santos por meio do seu Blog.

CGADB – Quem será o próximo Presidente?

Refutando um artigo de um Cardeal Assembleano

Venho acompanhando com atenção os meus amigos de ministério, pastor Jesiel  ( CONFRADESP) e pastor Daladier  (COMADALPE). Ambos têm abordado o tema “Eleição da CGADB”,  num prisma diferente conforme links acima.

Quero deixar claro, que não tenho nada em particular contra essa ou aquela convenção ou seus candidatos.

Isso posto, vamos lá, não tenho a mesma desenvoltura na escrita que tem Daladier e Jesiel, meus argumentos também não possuem a mesma profundidade, mas, como gosto de refletir e disse que iria me posicionar a respeito, quero deixar aqui minha contribuição;

Sobre a nossa política eclesiástica nas Assembleias de Deus em nada diferir da política secular,

Discordo do Jesiel  e concordo com Ev Daladier, realmente, não tem diferença.

Sobre a apresentação do candidato de forma antecipada, leiam o que diz o Estatuto da Convenção:

Seção IV

Da Propaganda Eleitoral

Art. 22. A propagação da candidatura aos cargos eletivos da Mesa Diretora e Conselho Fiscal da CGADB, somente é permitida após a aprovação e publicação do nome do candidato.

Art. 23. Não será tolerada propaganda ou divulgação de mensagem de candidato:

II – com a realização de programas pela mídia, cultos de ação de graças, congressos, convenções e inaugurações, divulgar, contratar cantores, bandas ou pregadores com o objetivo de, ao ensejo do evento, propagar o nome de candidato.

Estatuto da CGADB

Não vou dirimir o que já está claro, então sigo…

O que precisaria mudar na minha opinião?

O Estatuto da CGADB.

Reformar

  1. Quem saísse candidato deveria se afastar do cargo que exerce na instituição pleiteada, no mínimo 3 meses antes da eleição.
  2. Evitar nepotismo. Proibição de candidatura de parentes do presidente da Instituição. (Devendo se estender aos presidentes de igrejas).
  3. Estender a eleição do pastor presidente de pastores presidentes de igrejas filiadas aos membros ativos, não votando por simples levantar de mão, mas, através de cédula, de forma secreta, tendo a apuração a presença de representantes do candidato.
  4. Ano de eleição, não poderia ser ano de consagração de evangelistas.
  5. Esclarecer sobre a atual ação de convenções estaduais. Referente a invasão de campos. Ou proíbe ou libera, acabando de vez com fronteiras virtuais. Os contrários a maioria fossem desligados.
  6. Encerrar de vez a votação por gestos e torná-la em convenção e igrejas, escrita e secreta para se evitar represálias como sempre acontece aos que não se dobram aos ditadores eclesiásticos.
  7. Compor uma mesa de representantes de todas as convenções na CPAD para evitar favorecimento e matérias tendenciosas.

Sei que muitas águas ainda vão rolar, mas, estaremos atentos.

Robson Aguiar

 

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