A CULTURA BRASILEIRA DO PALAVRÃO E SEU RESULTADO.


 

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Estava pensando cá com meus botões, em nome da arte, se ovacionam grupos teatrais e humorísticos que fazem peças ridicularizando e ofendendo a Cristo e seus seguidores.

Em nome da liberdade de expressão, acabam maculando e ultrajando objeto de culto, o que é crime perante a lei.

Com palavras de calão, também esses grupos se dirigiram em peça teatral a policiais do Rio de Janeiro, sugerindo, inclusive que todos eram truculentos e corruptos.

Mas, quando o alvo é a presidente Dilma, há um total desconforto, e logo aquelas pessoas que defendem que Jesus pode ser escarnecido, e que os cristãos também podem ser objetos de piadas grotescas e ofensivas, passam a criticar e rotular os críticos da presidente como mal educados.

Claro, que não acho nada educado chamar palavrões, nem mesmo em protestos, mas, o que acho paradoxal é ver defensores da prostituição, das drogas, do carnaval de nudez e sensualidade, que chamam de irreverência,  se escandalizarem com os tais palavrões.

Será que não percebem que eles são os criadores dessa cultura pornofônica e pornográfica? Que estão colhendo o que plantaram e que o apoio que dão a “cultura” de materiais pornográficos, seja direta, ou indiretamente tem produzido grupos sociais como os que se viram nos estádios?

Quer respeito? Ensine o respeito, e seja exemplo de respeito.

Aqui no Brasil, são poucas as pessoas e poucos os grupos que conhecem e dão valor a honra, respeito, lealdade, ética e educação.

A cultura latina daqui, é a do tudo pode, ninguém é de ninguém, to nem ai,  lepo ,lepo, ai se eu te pego, bunda lê lê, desce na boquinha da garrafa, entre outros “sucessos do povo”.

O que esperar então, quando essa turma resolve protestar? Que digam,

Excelentíssima senhora presidenta da república federativa do Brasil, nós estamos aborrecidos com a situação vigente em que se encontra nossa nação, e queremos demonstrar nossa insatisfação, externando nosso descontentamento em plena abertura da copa. Portanto, que se registre a nossa contrariedade.

E, em vez de palavrões… Bandalha! Ingerente! Negligente! Despudorada!

Não combina, não é mesmo?

Então, muda Brasil.

Robson Aguiar

 

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3 respostas em “A CULTURA BRASILEIRA DO PALAVRÃO E SEU RESULTADO.

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